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Lubrificação é o processo ou técnica utilizada na aplicação de uma camada chamada lubrificante com a finalidade de reduzir o atrito e o desgaste entre duas superfícies sólidas em movimento relativo, separando-as parcialmente ou completamente. Além de separar as superfícies, a camada também tem a função de retirar do sistema o calor e detritos gerados na interação das superfícies. Esta camada lubrificante pode ser constituída por uma variedade de líquidos, sólidos ou gases, puros ou em misturas.

Lubrificação hidrodinâmica

A lubrificação hidrodinâmica é considerada uma das áreas mais importantes da tribologia. Este tipo de lubrificação ocorre quando duas superfícies em movimento relativo são separadas por uma película de um fluido lubrificante. Sua conceituação e caracterização é atribuída a três pesquisadores: Nicolai Petrov (1836-1920), Beauchamp Tower (1845-1904) e Osborn Reynolds (1842-1912). Eles perceberam que o mecanismo que existe neste tipo de lubrificação não era devido à interação mecânica de superfícies sólidas, como se acreditava na época, mas sim devido ao filme de fluido que as separava - este é o aspecto fundamental da lubrificação hidrodinâmica. Os fundamentos teóricos e experimentais foram firmemente estabelecidos num curto período de tempo, entre 1883-1886. Todavia, foi o físico britânico Osborne Reynolds (1842 - 1912) que traduziu os resultados experimentais em linguagem matemática, desenvolvendo uma equação de derivadas parciais (também chamada de equação de Reynolds em sua homenagem) que tem sido a base para a grande maioria dos desenvolvimentos nesta área, gerando um grande número de pesquisas até os dias de hoje.

Fonte: wikipedia.org

 

Ter o nível de lubrificante correcto no motor é fundamental para garantir uma boa protecção no mesmo. Segundo estudos realizados pela Castrol, 60% dos veículos circula com o nível do lubrificante perigosamente baixo, podendo provocar a gripagem do motor. O nível de óleo do motor deve ser revisto periodicamente, sendo que recomendamos que o faça a cada 1000Km ou antes de viagens longas. Deve verificar-se se o óleo se encontra entre as marcas de mínimo e máximo. Caso a marca se situe abaixo ou muito perto do mínimo, e caso pretenda apenas acrescentar óleo, recomendamos que o faça com a mesma marca e tipo do existente. Não é recomendável encher em excesso.

A principal causa de degradação do líquido de travões é a presença de humidade, o que provoca um abaixamento do seu ponto de ebulição. Um ponto de ebulição baixo pode provocar bolhas de vapor quando necessitamos de uma prestação elevada no circuito de travões, com os perigos daí e inerentes. Por isso é importante rever o nível do fluido e substitui-lo, pelo menos, uma vez a cada 2 anos. No que diz respeito à qualidade do produto, devemos utilizar líquidos sintéticos (tipo DOT4) ou minerais (tipo LHM) conforme recomendação do fabricante, mas nunca os misturar. Escolha produtos com alto ponto de ebulição pois proporciona maior segurança.

O consumo de lubrificante é normal nos motores, desde que dentro de alguns limites, normalmente fixados pelo fabricante do veículo. Um consumo excessivo pode dever-se a dois tipos de causas diferentes e que requerem soluções diferentes: - Perca de lubrificante por fugas: normalmente em motores antigos ou com muitas folgas. No limite requerem a rectificação do motor para solucionar o problema, mas também se pode reduzir utilizando lubrificantes de alta viscosidade como os SAE20W-50, 15W50 ou 10W60. - Evaporação: A causa mais habitual é a evaporação do lubrificante devido às altas temperaturas nos motores que circulam a grandes rotações e em especial em motores turboalimentados e de injecção directa. Neste caso reduz-se o consumo de lubrificante utilizando lubrificantes sintéticos, mais estáveis a temperaturas elevadas.

Alguns fabricantes, como o Grupo VW, Opel ou BMW utilizam motores com sistemas "LongLife", ou seja, que permitem alcançar grandes períodos entre manutenção por utilizarem motores com tolerâncias muito apertadas e um controlo electrónico das condições de condução. Este motores requerem lubrificantes especiais: os denominados lubrificantes LongLife. Estes produtos garantem uma maior protecção do motor desde o arranque, proporcionando uma potência máxima minimizando o desgaste, uma protecção total a altas temperaturas e rotações elevadas, aumentando a vida útil do veículo. Para além destes benefícios, reduzem o consumo de combustível e as emissões, assim como o consumo do próprio lubrificante podendo suportar períodos de até 50.000Km entre mudanças. Estes lubrificante têm de ser 100% sintéticos.

Os motores com injecção directa trabalham em condições extremamente duras de pressão e temperatura que exigem o máximo do lubrificante de forma a garantir a sua correcta lubrificação. Utilizar um lubrificante inadequado pode provocar um maior desgaste dos elementos, maior sujidade do motor e um aumento do consumo do lubrificante. De modo geral, este tipo de motores requerem lubrificantes sintéticos, que cumpram a especificação ACEA B4 e com baixa viscosidade de forma a garantir uma lubrificação uniforme logo desde o arranque.

A tendência dos principais fabricantes de automóveis é utilizar lubrificantes de baixa viscosidade, como por exemplo o SAE 0W-30, 5W30 ou 5W-40. A viscosidade significa resistência ao movimento, e, ao utilizar lubrificantes de baixa viscosidade estamos a utilizar um produto que flui com maior facilidade no interior do motor, chegando rapidamente a todos os componentes logo desde o arranque, incluindo a baixas temperaturas. Isto é particularmente importante porque é no arranque que se se produz maior desgaste nos motores. Para além disso, os lubrificantes de baixa viscosidade melhoram as capacidades de limpeza e de refrigeração do motor. Por serem tão fluidos, aquecem menos pelo que alcançam maiores períodos entre mudanças dado ser a temperatura a causa de degradação do lubrificante. Os lubrificantes de baixa viscosidade reduzem o consumo de lubrificante por serem mais estáveis às temperaturas e conseguem reduzir o consumo de combustível por facilitarem o movimento do motor.

Os lubrificantes minerais oferecem boas prestações mas podem exigir uma mudança mais frequente em motores de altas prestações ou turboalimentados, multivalvulas ou de injecção directa. Os lubrificantes sintéticos obtém melhores prestações logo desde o momento do arranque graças à sua baixa viscosidade a frio. Permitem alcançar largos períodos entre mudanças garantindo sempre a melhor protecção durante toda a sua vida útil. Os lubrificantes sintéticos estão recomendados para utilização em motores que circulem a elevadas rotações, em tráfego urbano com frequentes arranques e paragens, motores turboalimentados, multiválvulas ou de injecção directa.